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ORAÇÕES TRANSFORMAM O CORAÇÃO DE PERSEGUIDORES
ÍNDIA - O ancião de 105 anos parou em frente aos companheiros da aldeia. O povo respeitava o velho homem e parou parar ouvir com atenção o que ele tinha a dizer. Quando as palavras começaram a sair de sua boca, as pessoas perceberam que algo estava drasticamente diferente.
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“Queridos amigos e aldeãos, por muitos anos eu compreendi mal o cristianismo e persegui muito os cristãos”, ele começou. “Mas, por todos esses anos, eu não tive paz no coração. Então, compreendi meus pecados e vim a perceber que apenas Jesus Cristo poderia perdoá-los e me trazer paz de espírito. Assim, quer vocês me matem ou não, eu vou me batizar”.
O povo ficou atônito com sua corajosa confissão de fé. Eles quase não podiam acreditar no que viam quando o homem centenário e sua família escolheram se batizar e se tornar membros ativos da igreja local da Gospel for Asia (GFA).
Os líderes da GFA em Tripura, onde vive esse homem, não se surpreenderam com os acontecimentos. Eles vinham jejuando e orando para que Deus removesse o véu da hostilidade dos olhos daquele senhor. O sentimento anticristão é intenso nesse Estado ao leste da Índia. Alguns dos cristãos que freqüentam igrejas não conseguem emprego por causa de sua fé. Jovens cristãos não têm permissão para freqüentar a faculdade. Líderes e missionários que trabalham na área sabem que só existe um jeito de alcançar o coração endurecido de seus perseguidores intensa oração.
O Senhor ouviu suas orações e começou a abrandar o coração dos perseguidores. Alguns, como esse ancião, reagiram arrependendo-se e recebendo Jesus como seu Salvador. Deus usou o poderoso testemunho de mudança de vida desse senhor como um catalisador para transformar outros que anteriormente se opunham ao evangelho.
Deus é mais forte que qualquer homem.
Outro homem que perseguia os cristãos de modo inflexível ficou horrorizado quando seu filho recebeu Jesus como Salvador e decidiu se tornar um missionário. Esse pai enfurecido adoeceu e, acabou ficando paralítico. No leito do hospital, ele ouviu falar da conversão do senhor de 105 anos. Pouco depois, esse ex-perseguidor estava clamando por Deus também.
“Eu também pequei contra Deus perseguindo os cristãos”, ele admitiu. “Se Deus pode perdoar meu pecado, que Ele me perdoe e me dê paz de espírito!” Ele recebeu Jesus como Salvador e decidiu se batizar também.Os missionários da GFA enfrentam a perseguição de grupos anticristãos todos os dias, mas eles sabem que Deus é mais forte que qualquer homem. Desse modo, eles oram e perseveram em seu trabalho, confiando em Deus para mudar o coração dos perseguidores. Continue a orar por eles, enquanto eles compartilham o amor de Cristo nesses ambientes hostis.
Missão Portas Abertas - 29/12/2006
“QUANDO O HOMEM TRABALHA O HOMEM TRABALHA;
QUANDO O HOMEM ORA, DEUS TRABALHA”
Publicado no Boletim 520 de 07 de Janeiro de 2007
O TESTEMUNHO ESTABELECIDO
Você já percebeu que testemunhos de missionários são parecidos? E que a maioria abandonou o próprio conforto para tornar a vida de outros melhor?
Esta similaridade procede porque o Missionário a estabeleceu. Todos os missionários (chamados) estão eficazmente em missões, para serem pescadores de homens.
O início da missão está em Deus, que enviou seu filho e se entregou a nós por amor. Nestes dias que se comemora o nascimento de nosso Senhor na pequena cidade de Belém da Judéia, é
natural que se espere um ambiente de alegria total, que a casa se encha de parentes, vizinhos e amigos. Porém, não foi assim com o Missionário. Ao nascer foi recebido na família privilegiada. Nasceu desprovido de tecnologia, bagagens, nem mesmo fralda ou uma sandália, sem recepção, no lugar onde os gados se alimentavam do sal, em um lugar da periferia. Alguns dias depois recebeu presentes de estrangeiros, mas um dos presentes recebido poderia causar estranheza, a “mirra”, também era usada para embalsamar. Ainda bebê, o Missionário, foi sentenciado a morte. O reino do mundo ficou em pânico, medo e desespero por saber que seria sua queda. Tornou-se fugitivo antes de poder caminhar. Que coisa mais estúpida, esdrúxula, o REI ETERNO, criador tornando-se semelhante a sua criatura, o Deus humanizando, vem cheio de Amor, de Vida!
Enviado para salvar seu povo, decaído, perdido, moralmente impuro e espiritualmente morto. ELE humilhado e rejeitado deixou sua morada eterna, para viver neste planeta de mortais.
Testemunhos de missionários são assim; alguém que vê na manjedoura o novo, o transformador e o belo, que ouve a voz dos Céus e glorifica ao Criador, por tamanha bondade. O nascimento do Missionário, foi predito, predestinado, profetizado. ELE veio para salvar os seus, o qual inclui pecadores como você e eu. Por nós enfrentou o deserto, sede, fome, abandono, dor, solidão e morte. E quando estava para morrer, pediu ao PAI perdão para os homens e ainda disse: Está consumado! Que significa: ESTAR PAGO! O alto preço da vida pago pelo Missionário voluntário (JESUS), que deu vida em abundância, em qualidade sem igual, a fonte que jorra, a vida eterna!
Quem é digno? Quem poderá dar alguma coisa? Se todos carecem da sua glória e recebem da sua graça?
O que dá a alguém que tanto doou? E que logo o encontraremos? Será que enquanto esperamos alguém ouse a se doar? Seja um pouco de calor humano, do tempo, da riqueza, da força ou da vida, quem sabe alguém se anime a doar as férias, ou um jovem possa doar um ano de sua vida. Parabéns você recebeu o maior presente, a vida, dada voluntariamente por amor.
O presente é seu, é nosso, o Natal e nós somos DELE!
Pr. Alcedir Sentalin
Publicado no Boletim 518 de 24/Dez/2006
MILAGRES NA FRONTEIRA
Todos os anos, centenas de missionários, a maior parte do Reino Unido e da Irlanda, se apresentam como voluntários para levar textos cristãos e a Bíblia para a China. Esther Davenport descreve uma das muitas vezes em que ela vivenciou uma bênção de Deus durante uma travessia de fronteira. Ela diz: “Me pergunto se pode existir um privilégio maior do que levar as palavras preciosas do amor e da vida eterna do Senhor aos seus queridos filhos da China.” Éramos quatro mulheres atravessando a fronteira naquele dia: uma galense, uma norte-americana e duas inglesas. No dia anterior, nós havíamos entregado centenas de Bíblias e de materiais de treinamento com êxito. Essa era para ser a minha última viagem antes de retornar para casa e, como eu estava liderando o grupo, decidi que atravessaria por último, para garantir que minhas companheiras de viagem atravessariam a salvo. O ônibus no qual estávamos viajando despejou os passageiros no posto de controle da fronteira. Nós quatro éramos as únicas pessoas do ocidente a bordo. Enquanto a fila ia andando para dentro do prédio, vi que as minhas amigas estavam sendo paradas uma por uma e que suas malas estavam abertas no balcão da alfândega. Em cada mala havia uma variedade de Bíblias, livros de treinamento, hinários e Bíblias infantis. Os funcionários da alfândega ficaram perplexos. Um deles abriu uma Bíblia infantil, mas percebi em sua expressão que ele não tinha reconhecido que era uma Bíblia. Mas o chefe alfandegário começou a ficar agitado. Ele não conseguia entender por que tantos livros estavam sendo transportados de uma só vez. Eu continuei andando, com a esperança de que eles me deixariam passar. Um funcionário me chamou, gesticulando para que eu colocasse minha mala preta no balcão, assim como a minha bolsa cinza de nylon na qual eu carregava apenas alguns itens pessoais. O oficial chefe ainda estava agitado por causa dos livros que as outras três mulheres estavam levando, mas ele estava ansioso para se livrar do que, obviamente, estava se tornando um problema. Ele fez um gesto com a cabeça para que fechassem as malas e, olhando para as mulheres, disse: “Vai, vai” e acenou para elas. Eu pensei: “Senhor, espero que ele faça o mesmo comigo.” O oficial chefe checou a minha bolsa cinza primeiro, mas ele não estava interessado nessa bolsa e voltou sua atenção para a mala preta. O único conteúdo da minha mala eram 14 Bíblias bem grandes que estavam destinadas aos pastores. Aquilo foi demais para ele. Ele levantou duas das bíblias, uma em cada mão, voltando a ficar agitado. “Há apenas livros nessa mala e todos eles são iguais. Por que eles são todos iguais?” Ele continuou perguntando e começou a andar, inquieto. Ele estava com o meu passaporte nas mãos e ficou abrindo e fechando o documento. Ele começou a discutir a situação com outros oficiais. Enquanto isso estava acontecendo, um funcionário mais jovem veio até nós. Ele me destratou, olhou minha mala e pegou uma Bíblia. Um ar solene tomou conta de seu rosto ao abrir a Bíblia. Observei cuidadosamente suas feições enquanto ele começava a ler e um sorriso foi se espalhando, lentamente, em seu rosto. Ele repousou sua mão no lado direito da página e começou a virar a página com muita ternura, da direita para a esquerda. Por alguns momentos, ele estava tão concentrado que parecia que não havia mais ninguém lá. Então, o ouvi sussurrar: “Livro bom, livro bom.” Mas ele pareceu ter repensado nas palavras que acabara de dizer. Ele fechou a Bíblia cuidadosamente e guardou-a na mala. O chefe da alfândega começou a dar instruções e, depois, foi embora, levando meu passaporte. De repente, a sala da alfândega esvaziou. Os outros oficiais acompanharam o oficial chefe para fora da sala. Olhei para o oficial mais jovem, sorri e disse: "Será que ouvi o senhor dizer 'livro bom'?” Ele balançou a cabeça e sorriu para mim. Mostrei a ele a cruz que eu trazia e falei: “Sou cristã. Você é?”. Ele olhou, rapidamente, para os lados para garantir que não tinha ninguém por perto. Ele sorriu novamente, balançou a cabeça e disse: “Sou sim”. Apertei sua mão e falei: “Prazer em conhecê-lo, irmão.” Eu disse: “Irmão, preciso levar algumas dessas Bíblias para o outro lado da fronteira, não posso perder todas. Será que o senhor poderia olhar para o teto por um instante? Dessa forma o senhor não veria o que estou fazendo e não poderia ser responsabilizado”. Ele sorriu e ficou olhando para cima. Rapidamente, peguei a mala, tirei uma Bíblia e a coloquei na mala cinza que ainda estava no balcão. Peguei mais seis e coloquei na mala. Quando fui pegar mais uma ele disse: “Por favor, sou um oficial alfandegário”. Entendi sua preocupação. A porta no final do corredor se abriu e o oficial chefe voltou para a sala. Em um breve momento, pude ver a preocupação no semblante do jovem oficial, que também se refletia em mim, porque a mala estava mais vazia e o oficial, que estava se aproximando do balcão, iria perceber. O oficial mais jovem fechou a tampa da mala e começou a fechar o zíper. Eu estava agitada, tentando fechar o zíper da mala cinza. Não tive tempo de colocar as Bíblias direito e, por isso, as pontas das bíblias estavam sobressaindo da mala. A mala estava saliente na costura. Lembro-me de ter pensado: “Senhor, ele terá que ser cego para não notar a diferença no formato e nas saliências da mala, que estava praticamente lisa quando ele saiu”. Eu orei: “Senhor, não deixe que ele perceba.”O oficial chefe falou com o mais jovem, obviamente dando-lhe instruções. Ele acenou para mim: “Ela pode ir, mas os livros não podem ir com ela”. Ele entregou meu passaporte para o oficial jovem e me dispensou.Com o oficial mais jovem, andei até um prédio menor. Lá, havia duas chinesas. Ele colocou a mala no chão e abriu, revelando as sete Bíblias. O medo tomou conta de mim quando uma das mulheres viu minha mala cinza, que eu tinha colocado na cadeira. Ela insistiu em analisá-la, mas, novamente, o oficial meu ajudou: “A mala cinza foi liberada na alfândega. Não tem nada de errado com ela. Somente o conteúdo da mala preta não foi liberado para cruzar a fronteira.” O oficial mais jovem pegou a mala cinza, colocou dentro da outra mala e a colocou do outro lado da porta onde eu podia ver, mas as duas mulheres não. Fui até o estacionamento procurar o ônibus, mas ele já havia partido. O motorista não me esperou. Procurei por ajuda ao meu redor, mas só havia o oficial chefe e o mais jovem por perto. Eu os chamei. O mais jovem correu até mim e disse que chamaria um táxi. Entrei no táxi e ele se ajoelhou ao lado da porta, pegou minha mão e disse bem baixinho para que o motorista não ouvisse: “Por favor, você deve voltar e trazer mais Bíblias”. Olhei para aquele rosto gentil e sorridente e disse: “Irmão, prometo voltar e trazer mais Bíblias. Deus o abençoe pelo que você fez hoje.”
Adaptado de “The Cry of Our Brothers” (“O choro dos nossos irmãos”), escrito por Esther Davenport. Missão Portas Abertas
Publicado no Boletim 517 de 17/Dez/2006
Graça, paz e sonhos!
Primeiro queria agradecer por todo o carinho, cuidado e as orações que tem nos abençoado de forma indescritível aqui na Irlanda. Deus é testemunha da saudade que sinto de todos e desse Amazonas que carrega em mim o cheiro do meu doce lar.
Eu sonhei com esse momento aos 16 anos de idade, em uma praia, à beira do rio Negro. Sonhei e estou vendo acontecer. Deus nos escolheu para compartilhar deste momento maravilhoso com a igreja em Belfast e nossos corações transbordam de gratidão diante dEle por nos fazer pessoas diferentes e relevantes neste lugar.
O grupo de jovens aqui na igreja tem aumentado de tal forma que está ficando cada vez mais difícil acomodar todos na classe de escola dominical todas as semanas. Apertados, sorrimos e choramos entre estudos e louvores.
De todas as histórias que vivi essa daria um livro. Ontem o louvor pela primeira vez foi dirigido pelos adolescentes da igreja no culto da manhã e a igreja chorou, pois palavras já não podem expressar a gratidão que todos tem ao nosso Deus, Pai. O Jimmy foi a frente dar uma palavra sobre o que tem acontecido com a igreja e nada conseguiu falar, mas todos o entenderam, pois juntos estamos vivendo e compartilhando desse crescimento tão significativo para igreja de Cristo.
Os jovens tem se firmado mais a cada dia que passa, sonhos são restaurados. Estamos caminhando para o nosso terceiro culto jovem, e no último mais de 50 estiveram presentes.
Todas as terças-feiras tem reunião de estudo, planejamento, louvor e oração com adolescentes, esse grupo está sendo uma benção muito grande a todos nós, temos mantido uma freqüência ótima. O grupo de teatro, louvor e dança tem aumentado.
Já temos eventos planejados para os próximos 3 meses, e muitos sonhos que antes pareciam impossíveis, nestes últimos 2 meses vimos acontecer. A certeza de que muitos outros sonhos ainda vão se realizar e que a realidade ficará cada vez mais sólida em Jesus, fazem esse grupo ficar mais vivo ainda a cada semana que passa. Muitos sonharam e viram acontecer, outros continuam a sonhar mais e mais. Eu? Sonho feito menino e viajo nesse rio de sonhos que vai em direção ao mar da realidade em Cristo. Não luto por esses sonhos com nenhuma arma ou ferramenta humana, apenas creio na Palavra e descanso, pois ela está em mim gerando esperança de o Deus que fala também, o faz em sonhos.
Sonhos curam, sonhos fortalecem, sonhos revelam o que em nós é mais intenso.
Sendo assim que o evangelho seja mais intenso e vivo em nosso interior, afim de que nossos sonhos possam glorificar o Autor.
Continue orando por nós e compartilhe com todos os nossos irmãos o que Deus tem feito nesse lugar, para que assim eles também creiam e sonhem.
Que bênção é sonhar, crer e ver acontecer.
Alexandre Ferreira. Novembro 2006 / Belfast-Irlanda do Norte.
Publicado no Boletim 514 de 26/Nov/2006
A verdade que liberta!
No final dos anos 80, mais precisamente 1989, chegávamos a algumas comunidades do rio Negro com barco Betel. Chegamos em Bela Vista, no lago do Jaraqui, margem esquerda do rio Negro, na época com aproximadamente 30 famílias e hoje com 70. Conhecemos um homem chamado Fausto que era o único crente da localidade, patriarca de uma grande família e um dos primeiros moradores locais. Ele tinha um problema de saúde, era tetraplégico e vivia numa maca e hora em cadeiras de rodas, mesmo assim era muito feliz com Jesus.
Um dos seus filhos chamado Carlos, nasceu com uma grave doença que lhe deixou paralítico desde a infância. Quando chegávamos ali para realizar os cultos, esse moço ficava furioso demonstrando estar endemonhiado e mais tarde viemos descobrir que ele era lunático. Ao nos aproximarmos dele para orar ou colocarmos as mãos sobre sua cabeça, ele gritava e não deixava. Os anos se passaram e nós continuamos orando para Deus fazer um milagre em sua vida, pois não nos conformávamos com aquela situação deprimente, de ver Satanás se aproveitar de uma pessoa doente. Num dia de culto me aproximei do Carlos e impus sobre ele as mãos clamando por Jesus para que viesse libertá-lo. Nesse momento me surpreendi com uma voz que saia de dentro dele como se fosse a sua alma gritando por socorro, eu sei que naquela hora foi Deus que abriu os meus ouvidos para ouvir aquele pedido de ajuda “socorro me ajude”. No mesmo instante falei a ele: Carlos clame por Jesus, clame por Jesus, ele está aqui, pois ele disse que todo aquele que invocar seu nome será salvo. Eu creio que nesse momento aconteceu o milagre da libertação, pois a partir daquele dia todas as vezes que ele me via pedia que eu impusesse as mãos para orar por ele. Este homem que antes não andava e se arrastava como cobra, passou a ficar de pé, e com ajuda de um corrimão saia de sua casa para o templo a fim de participar dos cultos. Com muita alegria cantava, louvava e adorava com suas mãos levantadas. É o tempo todo sorridente.
Na semana passada chegou o dia do seu batismo. Ele se arrumou cedo juntamente com sua mãe e vieram para o culto. Chegou o grande momento do seu batismo, lhe fiz algumas perguntas e com gestos me respondia, batia em cima do seu coração me dizendo que agora Jesus estava morando nele. No momento que fui batizá-lo se pôs de pé apoiando na mesa do púlpito e foi batizado juntamente com sua mãe. Depois numa atitude de pura vaidade, tirou o pente do bolso e penteou os cabelos, em seguida participou da santa ceia com muita alegria. Toda honra seja dada ao Senhor Jesus!
Pr. João Wilson Vasconcelos
Publicado no Boletim 512 de 12/Nov/2006
Gostaria de compartilhar com a amada igreja, um pouco do que Deus tem feito na comunidade Bela Vista, que fica localizada na estrada de Manacapuru, na margem direita do rio Solimões, onde está sendo construída a Congregação Presbiteriana Moriá.
Eu e minha família estamos trabalhando nesta comunidade desde dezembro de 2004 e durante este período Deus já fez grandes coisas. É uma comunidade muito idólatra, existem cinco terreiros de macumba, porém o Senhor tem salvo muitas pessoas, algumas oriundas desses terreiros, ex-macumbeiro, mãe de santo e filhos que foram consagrados aos demônios.
O Senhor Jesus alcançou minha família há doze anos, e sempre trabalhamos na periferia da cidade, precisamente na Congregação Presbiteriana Monte das Oliveiras.
Durante nossa caminhada cristã ainda não havíamos nos deparado com pessoas endemoninhadas, porém em uma de nossas viagens semanais a comunidade, tivemos que lidar com essa situação e usar o poder de Deus para expulsar os demônios que estavam se manifestando nestas pessoas. A luta foi muito grande, pois na noite anterior o presbítero Jair Rodrigues, que está trabalhando na construção do templo, havia passado aproximadamente cinco horas lutando para libertar três pessoas endemoninhadas.
Na manhã seguinte a partir das 9h a luta continuou e foi até ás 13h, quando conseguimos, através da ação de Deus, a libertação da Sra. Sirley das mãos das legiões de demônios. Desta vez eu, Jair e Severina, minha esposa, contamos com a intercessão da congregação, que esteve reunida no templo e nas casas.
Amados a luta continuou até depois de nossa saída do culto às 21h30, pois após andarmos aproximadamente 1 Km, a presença dos demônios ao redor do nosso carro era real, aponto das luzes da rua se apagarem todas, ficando uma escuridão tremenda, pois não havia nenhuma estrela no céu nesta noite, e somente a nossa fé no Senhor pode nos levar até a balsa. Andamos 64 Km numa escuridão total, mas Deus nos guiou e aqui estamos para contar a vitória no Senhor Jesus.
Mário Duarte e família missionários do Senhor Jesus
Publicado no Boletim 509 de 22/Out/2006
Amados irmãos, queremos compartilhar com a igreja as maravilhas que o nosso Senhor tem feito na comunidade do Baixote, no rio Negro. Deus tem levantado guerreiros neste lugar.
No mês de agosto tivemos uma grande surpresa. A irmã Valdilene e seu esposo Raimundo Nonato movimentaram a comunidade e iniciaram um Grupo Familiar, realizando as reuniões todas as segundas-feiras. Eles vão de casa em casa incentivando cada família a participar dos encontros. Começaram com um grupo pequeno, hoje são 22 pessoas, sendo 14 crianças e 8 adultos, para a glória de Deus. Também tem contado com a presença de vizinhos de outras comunidades.
O Senhor tem capacitado o casal, pois eles não fizeram o curso de Auxiliar de Grupo Familiar, entretanto, eles estão sendo treinados por um dos componentes da equipe que fez o referido curso.
Outra benção, é o jovem Alexandre, que mora na comunidade, e Deus o tem usado para liderar o louvor. Também tem se dedicado a ensinar outros jovens a tocar violão.
Equipe de evangelismo do Baixote.
Publicado no Boletim 508 de 15/Out/2006
Anunciar o Evangelho: Uma Missão Santa.
Amados irmãos,
é com muita alegria que escrevemos aos amados para incentivá-los, mais uma vez, a participar da campanha do Cofrinho. Esta campanha tem como objetivo educar crianças a se envolverem desde pequenas com a obra missionária.
Muitas de nossas igrejas participaram da campanha do ano passado e muitos foram os frutos. As famílias das igrejas se envolveram e ajudaram os filhos a darem suas ofertas. Muitas igrejas também promoveram o culto de encerramento da campanha com a participação das crianças, o que alegrou muito o nosso coração. Em algumas igrejas em que estivemos para fazer o fechamento da campanha, ficamos surpresos por ver crianças buscando saber sobre missões.
Ainda há aqueles frutos que só poderemos ver no céu, ou quando esses pequeninos estiverem mais velhos. Alguns poderão se interessar pela obra missionária, outros podem ser chamados para promover missões em suas igrejas e outros serão fiéis mantenedores.
É por isso que fomos impulsionados a caminhar mais um pouco este ano e promover novamente a campanha de cofrinhos. Incentive o departamento infantil de sua igreja, ensine seu filho e as crianças com as quais você se relaciona que existem pessoas do outro lado do mundo que precisam de parceria e de cada uma delas. Com certeza depois poderemos novamente compartilhar os frutos colhidos durante esse tempo.
Pelos ainda não alcançados,
Equipe de Base APMT / IPB
Publicado no Boletim 507 de 08/Out/2006
Ministério Geração Sal da Terra
Quero compartilhar com você um dos momentos de mais luta que eu passei, onde Deus, como sempre Fiel, me conduziu à Sua verdade... “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará...” Naquele momento eu estava tendo pensamentos e sentimentos muito confusos, e se a Bíblia diz que Deus não é um Deus de "confusão", concluí que aqueles pensamentos não vinham de Deus, mas do inimigo das nossas almas.
Eu havia deixado pra trás o trabalho que eu fazia no mundo, para servir a Deus com todos os dons que Ele havia me dado.
Não estava sendo fácil. Por um lado eu sentia um imenso alívio por não estar mais debaixo daquele jugo, mas por outro, as incertezas e inseguranças começaram a surgir. Como será minha vida agora? Como vou me sustentar se não cobro mais "cachê"? Será que fui irresponsável? Ou quem sabe impulsiva e inconseqüente? Como será que a mídia vai me receber agora? Será que vão me "pixar"? Ou será que vão simplesmente me ignorar, como já fizeram com outros artistas quê se converteram?
Foi então que eu ouvi uma voz, como se fosse um pensamento, mas que na hora eu discerni que era a voz do diabo, ele falou assim: "Agora que você deixou de ser "estrela", você vai ser NINGUÉM! Agora as pessoas vão te desprezar! Você fez a escolha errada! Você não queria deixar de ser "celebridade"? Agora você vai ver! Ninguém vai te querer na mídia, nos lugares de destaque! Agora você é NINGUÉM!"
Então eu fiquei muito angustiada e comecei a orar desesperadamente na sala da minha casa.
Eu clamava a Deus e pedia uma resposta à Ele.
A minha oração era mais ou menos assim: "Deus, me responda, por favor! Estou eu errada em querer ser "ninguém"? Em ter deixado a fama e a glória do mundo? Será que estou no caminho certo? Será que fiz a escolha certa? Deus, o Senhor está vendo que o diabo veio até aqui me acusar, me deixar confusa, por favor, me responda! Será que estou errada por ter deixado tudo, e hoje querer ser "ninguém"? Então o telefone tocou, eu estava de joelhos no chão, mas por algum motivo interrompi minha oração, e atendi. Era um pastor que havia estado em um testemunho meu em uma das igrejas que ministrei, ele disse algumas palavras acerca do testemunho, queria marcar uma data para que eu fosse a sua igreja, e etc. Porém, antes de desligar o telefone ele disse assim: "Sarah, um dia eu fui rejeitado por ministrar essa palavra, e eu creio que você foi chamada pra pregar essa mensagem rejeitada, hoje Deus me manda te dizer assim: "Deus está à procura daqueles que queiram ser como o sal. Você já comeu comida sem sal? É muito ruim! Porque a comida sem sal não tem graça! O sal faz toda a diferença... Porém quando o sal se mistura na comida, ele DESAPARECE! E ninguém vê o sal! E ninguém elogia o sal na comida...ninguém exalta o sal! Ninguém diz que o sal é magnífico ou coisa assim. Ninguém diz que o sal de fulano é melhor que o de cicrano! Porque o sal desaparece! Deus procura aqueles que querem ser o sal da terra! Deus procura aqueles que querem ser NINGUÉM! Ele procura Pessoas que queiram desaparecer, para que Ele apareça! Ele procura aqueles que querem ser NINGUÉM!"
Naquele momento eu comecei a chorar e a agradecer a Deus pela resposta maravilhosa que Ele havia me dado através da vida daquele Pastor, e a partir daquele momento eu tive mais uma vez, e de uma vez por todas a convicção no meu espírito e na minha alma, de que esse é o caminho certo, essa é a "porta estreita" que Jesus fala na Bíblia (Mateus 7:13). "é perdendo a nossa vida, que vamos encontrá-la"(Mateus 10:39). É fazendo a vontade Dele, e não a nossa, que vamos ser felizes! Fora a salvação e o amor, tudo que se recebe de Deus, é através da renúncia. Isso é um princípio, uma lei espiritual.
Você planta semente de rosa, e nasce rosa! Planta abacaxi, e nasce abacaxi! Mas lembre-se que se a semente ao cair na terra não morrer, ela não germina! Temos que ser espirituais para conseguirmos entender isso, temos que entrar na dimensão de Deus! Não adianta tentarmos entender Deus com a "mente racional", pois Deus é SOBRENATURAL!
As coisas de Deus são loucura para o homem! Por isso, eu quero te encorajar a entrar em um novo tempo na sua vida, a fazer parte dessa geração. Quero te encorajar a tomar uma decisão: entregar a sua vida, os seus prazeres, o seu querer, os seus caminhos nas mãos de Jesus! E assim como eu posso declarar hoje que TUDO MUDOU, eu creio que você verdadeiramente poderá experimentar a liberdade e a felicidade que só Jesus pode dar! Seja como o sal, faça a diferença! Que Deus te abençoe.
Uma abraço da sua irmã, Sarah Sheeva
Publicado no Boletim 505 de 24/Set/2006
Estimado Rev. José João,
Com imensa alegria recebemos a sua mensagem, pelo que agradeço.
Louvamos a Deus pelo crescimento da Igreja e os progressos que tem feito na obra do Senhor. Louvamos igualmente a Deus pela sua saúde e ministério.
Quanto ao Diamantino ele está bem e continua a trabalhar na Igreja. No mandato
que acabou de cessar a sua missão ele foi o Segundo Secretário da mesa da Comissão Executiva e do Sínodo. Ele está na Igreja Presbiteriana do Marçal e também como secretário geral da Mocidade deste mandato recém iniciado. Eu falei com ele e pedi para escrever para o Pastor e falar de si mesmo.
Quanto aos estudantes que foram formados com o suporte financeiro da IPM, damos graças a Deus que todos estão no ministério servindo como Pastores de Igrejas em Luanda. E temos a dizer que tem feito um bom trabalho.
Destes, um deles foi agora eleito Presidente do Sínodo Geral, o Rev. Rondinho Antonio Bento e eu. Depois da formação, eu tive o desafio de implantação de novas igrejas e graças a Deus cumprimos, conseguindo implantar duas novas igrejas e fortalecer uma que já havíamos começado. Ajudei na formação de novos obreiros das diversas igrejas locais através de uma escola bíblica de treinamento. Essa escola irá continuar com o novo projeto de transformá-la numa escola bíblica para cursos de dois e três anos e queremos contar com a vossa cooperação.
Quanto aos nossos projetos para os próximos anos, pretendemos formar três obreiros no curso de bacharel, três no curso médio, e eu estarei se possível, entrando para um programa de Mestrado, mesmo sendo à distância, já temos contactos avançados com a África do Sul.
Também pensamos implementar a nível do Sínodo um projeto de implantação de novas igrejas, e a construção de uma escola de ensino geral que no futuro possa gerar fundos para sustentar a obra. Assim que tivermos os custos destes projetos nos enviaremos os detalhes, sendo custos, duração e resultados esperados.
Um grande abraço e bênçãos da parte do Senhor.
O irmão, Rev. Antônio Mussaqui
Publicado no Boletim 504 de 17/Set/2006
A Conversão
Já conhecíamos aquele cenário, uma procissão na comunidade que atrai os ribeirinhos das localidades próximas. Havíamos chegado sábado, bem cedinho, para mais um fim de semana evangelístico na região do Rio Negro. Logo percebemos que o movimento das pessoas do local, estava sempre ligado ao fato religioso, que aconteceria naquela tarde e entraria pela noite.
Iniciamos, então, o trabalho que nos estava proposto, pregar a palavra de Deus, meio pelo qual pode mudar o caminho de adoração do homem. Após visitarmos os moradores da comunidade, saímos na “rabeta”, nosso veículo de locomoção, para visitar as casas que ficam um pouco afastadas na beira do lago. A cada visita podíamos constatar que a procissão estava dominando a mente e o coração dos moradores. A equipe evangelística, já um tanto abatida, por ver a idolatria daquele lugar, após anos de pregação, dirigia-se para a próxima residência. Ao chegarmos à casa do seu Petrônio e Dona Luzia, a família já estava de saída para a comunidade, onde aconteceria o evento religioso, recebendo a equipe com certo gracejo, e nos despedindo para o próximo mês. Porém, seu Petrônio, patriarca da família, ergueu a voz e falou: Irmão, vocês podem subir, pois eu não vou sair. Dona Luzia, a mãe, também estava decidida a ficar. O casal havia recebido o evangelho pela primeira vez há quatro meses. Ao entrar nos acomodamos no assoalho e logo perguntamos por que eles não queriam ir para a festa do santo? Foi quando nos responderam que agora eram CRENTES, e não faziam mais parte daquela religião. Seu Petrônio e Dona Luzia estavam convertidos, e sua recusa em não continuar nas mesmas práticas, era a expressão física da transformação. Deus nos mostrou quem havia ouvido nossa pregação. Foi o bastante para nos alegrarmos e continuar a nossa missão, sabendo que o Espírito Santo nos acompanha na obra, e Ele é quem converte os corações a Deus.
Publicado no Boletim 503 de 10/Set/2006
E as crianças?!
“As coisas... reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos...” Dt 29:29
Nos dias 10 a 12 de agosto, tivemos o II SIEB - Seminário de Integração da Escola Bíblica, com a preletora Cláudia Guimarães, autora do livro “Pastoreando Crianças”.
Muito interessante o assunto do Seminário, pois veio corroborar algumas coisas que foram ditas no 5º. Congresso Anual de Igrejas em Células, ocorrido no início do ano. Na ocasião, a irmã Daphne Kirk trouxe algumas “novidades” e reforçou outras coisas que estamos “cansados de saber”, mas que não conseguimos colocar em prática! Ela disse:
“O reino de Deus é feito de relacionamento. Quando nos dividimos em departamentos, estamos dividindo o coração de Deus... Uma geração é responsável pela geração seguinte.” Ou seja, ao invés de nos dividir, temos que nos unir e transmitir os ensinamentos para a próxima geração.
“Estamos adorando o 'deus da educação' na vida das nossas crianças” e deixando de dar prioridade ao cuidado espiritual em suas vidas. “É um mandamento bíblico que os pais discipulem seus filhos.”
“Deve ser privilégio dos pais levarem seus filhos a Cristo.”
“Não temos dificuldade de crer que Deus falou através da mula e não cremos que Deus fala através de uma criança e pode usá-la. Há uma voz profética nos nossos adolescentes e nas nossas crianças. Temos que liberar o clamor desta geração.”
“Pelo mundo afora, crianças de 6 anos de idade estão orando e chorando pela salvação de outras crianças.”
Eu li e desafio VOCÊ, pai, mãe, professor, líder, pastor, irmão etc, a ler “Reconectando as Gerações” e “Nascidos Para um Tempo Como Este”, de Daphne Kirk. Você nunca mais será o mesmo! Seu ministério será revolucionado e, se ainda não tem ministério, quem sabe acabará encontrando!...
Alda Munhoz - Missionária
Publicado no Boletim 502 de 03/Set/2006
Sempre que viajava a Venezuela... Deus falava ao meu coração para que organizássemos uma excursão com a visão de evangelizar. Imaginem a alegria do meu coração com a concretização dessa viagem! Fomos cobertos de êxitos, onde várias coisas marcaram a vida de cada componente do grupo: harmonia, comunhão, alegria e acima de tudo a presença do Senhor. Retornei consciente que todos os objetivos da missão foram alcançados e o desejo renovado pelo Senhor de voltar para aquele país para sacudi-lo com a pregação do Evangelho.
Imaginem isso. Há 20 anos atrás, uma igreja da Venezuela possuía 4.500 membros, hoje pouco mais de 100. É um momento de reflexão e asseguro que, para mim este é o principal ensinamento dessa missão, a de que devemos investir na geração futura, nos jovens, para que daqui há 20 anos tenhamos uma igreja forte, consolidada. A ausência de jovens e adolescentes nas igrejas é marcante, portanto, eis ai uma grande missão: levar nossos jovens em caravanas usando música, dança e alegria exuberante deles para promover eventos de impacto em harmonia com as igrejas locais, com objetivo de ganhar e estimular a juventude venezuelana a servir a DEUS e a obedecer ao "IDE" de Jesus. Nesse intercambio poderemos trazer alguns deles, fazendo assim estaremos preparando uma nova geração de homens e mulheres para servir a Jesus.
Honofre Diger dos Santos
Empresário do ramo de transporte
e um dos 15 guerreiros que fora da Venezuela.
Publicado no Boletim 501 de 27/Ago/2006
Encerramos com a graça de Deus nesta madrugada mais um período de seis semanas de intenso trabalho ao lado dos companheiros que formam as equipes de trabalho, convidadas pelo Departamento de Missões da Igreja Presbiteriana de Manaus. Por mais que me esforce, não consigo palavras que descrevam minha gratidão a Deus pelos irmãos e irmãs que Ele escolheu para nos orientar no trabalho aos ribeirinhos. Dos coordenadores, pastores João Wilson, Erivaldo, Raimundo Barbosa, Airton e Djard aos mais humildes servidores, o meu profundo agradecimento. A homenagem que me foi prestada na última sexta-feira no barco, transbordou o meu coração de alegria e de gratidão ao Senhor que nos chamou para essa obra. Deus usou a cada um de maneira incrível e os resultados comprovam a euforia do meu coração. Por favor, abrace-os por mim. A publicação desta nota no boletim da sua Igreja não só me honraria como serviria como estímulo para outros. Aqui estão os resultados: Levamos 142 missionários visitantes. Visitamos 30 vilas diferentes. Nelas, ajudamos a 607 famílias fornecendo a elas assistência básica. Nossos médicos examinaram e medicaram 1.687 pessoas, 44 exames de laboratório foram realizados e mais 20 pequenas cirurgias e emergências. Nossos dentistas realizaram 1.194 procedimentos, 36 casas e edifícios foram restaurados e pintados, 854 crianças assistiram ao VBS (Escola Bíblica de Férias). Fizemos 26 cultos evangelísticos, onde 208 pessoas aceitaram a Cristo. Mostramos o Filme JESUS cinco vezes e o convite do Mestre foi aceito por 246 pessoas, perfazendo um total de 583 novos irmãos e irmãs no Senhor! Nas áreas de esporte e lazer foram doados 64 bolas. Foram distribuidas 583 Bíblias aos que iam aceitando a Cristo. Foram realizadas pela fisioterapeuta que integrou nosso último grupo, 13 sessões de fisioterapia. Os nossos seis grupos participaram do Culto das 17h e conseguiram acompanhá-lo através da tradução realizada por mim no sistema local. O aproveitamento foi muito melhor do que os anteriores e alguns testemunhos a respeito do culto foram extremamente positivos. É muito bom sentir no coração que somos parceiros do Senhor na implantação do Seu Reino. Minha profunda gratidão aos que nos ajudaram. Ao Senhor toda a Glória!
Pr. Jonathas Moreira - Amazon Life Mission
Publicado no Boletim 500 de 20/Ago/2006
Lisboa, 02 de julho de 2006.
Meus amados manos,
Como estão vocês? Nem imaginam o quanto sentimos a vossa falta. As coisas por aqui vão bem, exceto a falta de interesse pelo Senhor. Pois é manos, a coisa aqui é dura! Ou melhor, os corações é que são duros. Aqui sempre me lembro da palavra do profeta: “Não há quem busque a Deus, não há um sequer”. Contudo, tal situação nos faz compreender melhor que se caso não tomemos uma decisão sincera de amar, dado que o amor não é sentimento, nada reverte a situação. Aqui as coisas não se resolvem com experiências pentecostais ou com bons teólogos, mas numa vida consagrada de oração, jejum e muito trabalho de esperança no Senhor.
Sempre tenho lembrado daqueles missionários que aparecem nas igrejas, fazendo grandes publicidades missionárias, aqueles que apareciam aí nos cultos de segunda-feira, dizendo que “faziam e aconteciam”, pois é! Mas a questão é bem diferente, isto digo, porque tal coisa não é só na Europa, mas em qualquer lugar deste planeta, pois tenho a oportunidade de conviver com missionários de todo mundo.
Tenho aprendido que a obra de Deus é “de Deus” e não há espaço para empolgações carismáticas. De modo que, ou você vive o poder a sério (a virtude daqueles discípulos de Atos), ou você não acha espaço, porque o que há mais por aqui é gente escandalizando e o cara cai mesmo no ridículo. Entretanto, não quero passar a vocês a impressão de derrota dos que estão aqui. Em qualquer parte e em qualquer tempo da história dos servos de Deus, sempre há o “remanescente fiel”. Destes, Deus cuida e usa grandemente. Mas como vos disse, é preciso primeiro aprender a amar, ou seja, deixar de viver, pra viver para Deus e o próximo. Muitos saem dos seus países para fazer missões, pensando naquela primeira hipótese publicitária, mas depois caem na real quando a coisa aperta. Acontece, que a luta é espiritual e social. Por exemplo, como vocês sabem, Portugal, ao contrário de outros países, nunca passou por um avivamento e quando você vem de um, é difícil eles entenderem a tua linguagem. Meus amados, não se assustem, se vocês acham que aí tem crentes carnais, façam-nos uma “visitinha” qualquer dia e verão, que afinal, os crentes aí são verdadeiros “Paulos”. Por outro lado, como vos disse, este tipo de experiência te faz dar um grande salto na tua vida com Deus. Deus começa a te fazer perceber o que realmente aqueles homens viveram na Igreja Primitiva. Porque ou as coisas andam assim, ou é melhor voltar para casa, para não tornar-se igual a eles: frios, materialistas, indiferentes e secularizados. Deste modo, é preciso ter convicção do que se está fazendo. A dependência de Deus aumenta 100% e a humildade torna-se uma virtude.
Por outro lado, há também boas notícias chegando de toda a Europa, dizendo que Deus está começando a mover o “Velho Continente”. Esta é a nossa esperança, que Portugal receba este sopro impetuoso do Espírito, e muitas promessas já estão começando a se cumprir. Não tenho dúvidas que o avivamento virá e já podemos senti-lo chegando, pois muitos crentes já se sentem inconformados com o comodismo das igrejas daqui. Muitos tem começado a reunir para orar, jejuar, estar em comunhão, tem gente buscando mudança de caráter, enfim, Deus está agindo.
O nosso trabalho (meu e da Mariana) na igreja continua. Orem, porque o povo aqui não está acostumado a viver uma vida de perdão, de confessar pecados, há muitas feridas por sarar e é preciso muita sabedoria para tratar com isso. Por isso, qualquer dia, vou eu fazer retiro na Amazônia, lá na “prainha”, matando a saudade dos nossos tempos de comunhão e muito louvor ao Senhor.
Carta do irmão Itaiguara Celani
Missionário em Portugal, aos seus familiares em Manaus!
Publicado no Boletim 500 de 20/Ago/2006
Aconteceu na minha terceira viagem como médica do barco hospitalar, em abril de 2005. Estávamos no rio Negro, e iríamos atender 6 comunidades em 3 dias (duas comunidades por dia), sendo eu a única médica. Atendi 120 pacientes no primeiro dia, e 114 no segundo dia. Quando me deitei naquela segunda noite, não poderia me sentir pior: Estava totalmente sem voz, com muita dor na garganta, dor de cabeça, dores por todo o corpo. Estava também com uma disenteria, muita cólica e náuseas. Logo que me deitei, comecei a tossir, e só parei umas duas horas depois. Estava EXAUSTA. Como poderia atender mais duas comunidades no dia seguinte, se me sentia pior do que qualquer paciente? Nem consegui orar antes de dormir, só me lembro de clamar: “Senhor, será que não sou a pessoa certa para este trabalho?” E dormi. No dia seguinte, acordei me sentindo bem. Atendi as duas comunidades e, no intervalo do almoço, ainda tive disposição para nadar com a Julia no maravilhoso rio Negro. Na verdade, naquele dia eu me sentia mais disposta e animada do que no primeiro dia da viagem. E enquanto o barco voltava para Manaus à noite, a paz que eu sentia era indescritível. Deus havia falado, de maneira muito clara: “Você está no lugar certo, exatamente onde Eu te quero”.
Dra. Aila Davis Vieira - Médica
Publicado no Boletim 499 de 13/Ago/2006
NOTÍCIAS DA ÚLTIMA HORA
CONGREGAÇÃO ADONAI ROI & CENTRO DE AJUDA MESSIÂNICO DUGIT
Tel Aviv, Israel
Queridos amigos,
No dia 23 de julho, um pequeno contingente da Congregação Adonai Roi encheu uma van de brinquedos, fraldas e cestas básicas para uma congregação de refugiados do sul do Líbano que escaparam do Hezbollah para Israel com as forças de defesa israelenses que haviam desocupado aquele país em 2000. O pastor conseguiu trazer a maioria dos membros da congregação de Nahariya, extremo norte, descendo para Haifa, na tentativa de livrá-los das centenas de foguetes katyusha atirados contra sua cidade. Quando contatamos com eles na semana passada, eles compartilharam conosco do quanto necessitavam de suprimentos para as muitas de suas crianças. Conseguimos dirigir até Haifa e entregar a ajuda pessoalmente, além de encorajá-los numa breve visita, durante a qual as sirenes soaram e tivemos de correr para o abrigo antibombas. Estamos agradecidos a Deus por Sua proteção durante a viagem e pela oportunidade de oferecermos ajuda prática aos nossos irmãos árabes. Devido aos pesados ataques em Haifa, a congregação libanesa precisou mudar suas famílias para longe da área. Por favor, ore por essas famílias, especialmente pelas crianças que têm sido traumatizadas pelos constantes avisos de sirenes e por ataques de foguetes.
Temos observado, pelas muitas e diferentes notícias veiculadas pela mídia, que nem tudo vira notícia. Assim, gostaríamos de enfocar algumas áreas para que vocês levem em consideração em suas orações:
Há milhares e milhares de israelenses que fugiram de cidades e vilas do norte para escapar dos intensos ataques de foguetes. Famílias de congregações israelenses e ministérios têm aberto suas portas e casas para tentar acomodar as muitas famílias em fuga, mas o número delas aumenta diariamente.
Tem havido muita comparação, por parte da mídia, no tocante a baixas entre civis israelenses e libaneses. A migração israelense para o sul tem sido um fator de se manter baixo o número de perdas em Israel, embora a mira de fogo Hezbollah seja usualmente apontada contra lugares onde se encontra a população civil, e centenas de pessoas têm sido feridas. Ninguém pode sair dos abrigos antibombas, e as explosões de foguetes katyshua¹ têm sido muito mais freqüentes do que jamais haviam sido antes.
Em média, aproximadamente cem foguetes são lançados por dia contra Israel. Muitos nessas áreas atingidas encontram-se sem condições de trabalhar, e a economia israelense está perdendo milhões de shekels².
Continuamos pedindo sua cobertura de oração pelos nossos soldados que permanecem no norte. Com as constantes mudanças e mais reservistas sendo convocados, nós revimos a lista de nomes ligados à nossa congregação. Esses rapazes e moças estão lutando por nossa nação:
Alon, Ariel, Luke, Haim, Moshe, Michael, Maggi, Anina, Shulamite, Natalie, Johnattan, Dvorah, Veronique, Ya'ar, Noam, Guy, Daniel e Tali, que estará em breve no exército.
Glossário:
¹ - Katyshua foguetes de fabricação russa.
² Shekel moeda israelense.
Fonte: PRAYER UPDATE FROM AVI & CHAYA MIZRACHI
Adonai Roi Congregation & Dugit Messianic Outreach Centre, Tel Aviv, Israel dugit@zahav.netPublicado no Boletim 498 de 06/Ago/2006
Nadilson Silva de Souza é um menino de 10 anos - alegre, criativo e que se destaca, na sua simplicidade, em liderança entre os seus colegas. Cursa a 4ª. Série da Escola Municipal Pe. Raimundo Pinheiro. Ele participou do V Concurso Estadual de Cartazes 2006, sobre “Prevenção às Drogas” e para nossa surpresa e alegria foi classificado no 3º. Lugar. O que mais nos comoveu é que chegou na hora do almoço lá em casa e nos trouxe uma camisa e um cartaz com seu desenho impresso e suas palavras foram: “Este desenho eu aprendi na mesa do tio Pedro, no Grupo “Ovelhinhas de Jesus!”.
O desenho mostra o Globo terrestre e duas voltas de pessoas de mãos dadas, dando-nos a mensagem subtendida de que para se livrar das drogas precisamos dar as nossas mãos, que apoiar o que está próximo é fundamental para nos livrar do mal. Isso tem tudo a ver com o que Jesus nos ensinou: que mais do que perceber o problema do outro é estarmos amando, como Jesus nos amou e nos importando com a solução. Tem tudo a ver também com que temos sido ensinados sobre Grupos Familiares: que nossa relação com Deus é pessoal, mas que precisamos viver em comunidade, nos relacionar, cuidarmos uns dos outros.
Hoje ele integra o Grupo “Jovens de Jesus” e já auxilia a tia Linda na distribuição de tarefas. Quando eles estão lendo corretamente, são integrados nesse Grupo e recebem um conteúdo mais condizente e aprofundado da Palavra de Deus, mesmo porque não querem mais ser reconhecidos como crianças.
Nós estamos alegres com o que Deus tem feito na vida do Nadilson, porque a Vitória dele é também a Vitória de Jesus na vida dele. Toda honra e toda Glória ao Senhor!
Com carinho,
Lucilia de Sá Mesquita
Publicado no Boletim 496 de 23/Jul/2006
Tenho tido o privilégio de ajudar no Projeto Maués e tenho amado a oportunidade de servir com alegria e paixão.
Nonato me procurou para ajudá-lo na cidade de Maués, temos enviado professores do CTMA, para dar módulos na base do projeto. Fiz três viagens e passei dias muito agradáveis com os irmãos, tenho me esforçado para poder ajudá-los. Na última viagem, fui muito abençoado, pois tivemos o privilégio de ter um bom grupo de irmãos vindo do interior, onde passamos quatro dias juntos aprendendo e compartilhando a Palavra. Falei sobre vida e comunhão, fazendo uma exposição no livro de Mateus.
Ouvi um testemunho lindo da irmã Queila, que na viagem anterior estava triste todo o tempo, procurando saber o porque, ela me disse que estava passando por grandes lutas com seu esposo viciado em drogas, sua família que era cultivadora de droga, e seu irmão que a ameaçou de morte caso contasse a alguém. Servindo ao Senhor na comunidade Ebenézer sem poder falar com ninguém compartilhou comigo pedindo segredo, oramos ao Senhor para que Ele atendesse suas orações. Confesso que voltei com vontade de denunciar a situação, mas como havia dito a ela que ELE resolveria, pedi a igreja que orasse pela irmã Queila, sem dizer o porque.
Nesta viagem ela estava alegre, contou-me que Deus atendeu as orações, que a polícia federal esteve por lá, prendeu os chefes do tráfico e que algo inexplicável aconteceu, a plantação morreu e não ficou nenhum pé, seu esposo tomou uma decisão de fé e esta buscando ao Senhor, livre das drogas, Glória a Deus.
Pr. Alcedir, Marli, Marielle e Marjorie, servindo ao Senhor no Amazonas
Publicado no Boletim 485 de 16/Jul/1006
OUVIR A DEUS E SER USADO POR ELE
No começo, antes de chegar ao barco, essa viagem era pra mim como um lugar onde eu ia passar uma semana, treinar meu inglês, quem sabe ganhar algo em troca.
Entretanto, Deus não queria que essa viagem fosse só isso pra mim. Ele tinha um plano maior, pois os caminhos de Deus não são os nossos caminhos e os Seus pensamentos são mais altos que os nossos.
Cheguei ao barco no final da tarde e a equipe americana chegou à noite. Eu geralmente não sentia isso, mas quando eu os vi, senti que havia alguma coisa diferente. No dia seguinte o Pr. Jonathas começou a apresentá-los e a contar suas histórias. Na primeira viagem que eu fiz com americanos, eu também ouvi suas respectivas histórias, algumas muito semelhantes a essas. Estas por outro lado fizeram diferença quando eu as ouvi.
Eu me conscientizei que essas pessoas vêm de longe, deixam de ganhar dinheiro e deixam muitas coisas pra trás só pra vir aqui no meio da Amazônia pra ajudar os outros.
No grupo havia uma nigeriana chamada Teresa, cuja história tem início em sua terra natal. Ela cresceu na África, mas quando alguém da sua família morreu ela foi morar nos EUA e lá se converteu. Desde aí ela saiu pregando. Antes da nossa viagem, ela iria á Moçambique, mas Deus quis que ela viesse para Manaus, e ela obedeceu.
No último dia da viagem ela falou coisas pra mim as quais eu precisava ouvir coisas do tipo "não desista dos seus sonhos”, "quando pensar em desistir lembre da Drª. Harris, que mesmo tão pequenininha conseguiu concluir a faculdade, ou seja, você consegue também". A Drª. Harris é a médica estrangeira que estava nesta viagem, e Deus me usou para ajudar na tradução enquanto ela atendia os ribeirinhos.
É ótimo pensar como Deus usa pessoas que vem de tão longe e que não conhecem sua vida pra lhe dar palavras que você precisa ouvir.
Gostei da viagem por vários outros motivos, mas o que mais me chamou atenção foi perceber claramente que Deus tem um plano pra cada ação que Ele faz.
Assim como Deus usou a vida da Teresa, a minha vida e de toda a equipe que estava presente, Ele pode usar a sua também, não tenha medo e nem ouça a voz dos que tentam te desanimar, ouça somente a voz de DEUS que te ama muito e que morreu por você.
Débora Guedes (tradutora das viagens missionárias)
Publicado no Boletim 494 de 09/Jul/2006
Retiro
dos Ribeirinhos - Realizado de 24/Fev
a 01/Mar/2006 - Rio Negro

A
paz do Senhor meus irmãos,
mais um acampamento ribeirinho foi realizado, e todo resultado
obtido foi graças a misericórdia de Deus
que nos tem dado um coração compadecido
das almas.
Por sua sensibilidade e obediência ao chamado do
Senhor, ofertando, orando e incentivando, nos possibilitou
apresentar a Palavra de vida a 350 jovens, que poderiam
hoje, por causa do carnaval, ter um destino diferente.
Foram servidos 1600 cafés da manhã, 1600
almoços e jantar, 300 apostilas 9 horas de estudo
bíblico, 6 horas de pregação pastoral,
louvores, testemunhos, lazer, muita comunhão e,
principalmente, 6 meses de orações e muito
jejum. Mais de 30 pessoas aceitaram a Jesus e enumeras
renovações de aliança.
Você, diretamente, foi responsável por tão
grande obra. Certos de que essa nossa atitude é
fruto de gratidão a Deus por nossa salvação,
e por tudo que Ele tem feito por nós.
Deus abençoe grandemente sua vida. Sinta-se cumpridor
de mais uma Missão. O céu e os nossos inimigos
espirituais viram o seu gesto, e o nosso Deus sorriu para
sua vida nesses dias. Ele jamais esquece nossa fé
e obediência.
Comissão Organizadora do 5º Retiro Ribeirinho
Publicado no Boletim 476 de 05/Mar/2006
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