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SACO
FURADO NUNCA MAIS
O
povo no tempo de Ageu, vivia só pra si morando em casas
amplas enquanto o Templo do Senhor, havia sido esquecido. Eles
diziam: "Não veio ainda o tempo, o tempo em que a
Casa do Senhor deve ser edificada"(Ag 1:2). Cada um ficava
na sua, cuidando de seus próprios interesses (1.4), mas
não havia contentamento ou satisfação porque
tudo se dissipava rapidamente: "Tendes semeado muito e recolhido
pouco; comeis, mas não chega para fartar-vos; bebeis, mas
não dá para saciar-vos; vestis-vos, mas ninguém
se aquece; e o que recebe salário, recebe-o para pô-lo
num saquitel (bolsa, saco) furado"(1:6).
O motivo para o povo andar duro de dinheiro era que o mesmo Deus
que havia mandado construir um templo havia também punido
o povo mandando seca sobre a terra, sobre os montes, sobre as
plantas, sobre os homens e animais e sobre todo trabalho das mãos
(1:11). A reviravolta dessa situação veio mediante
algumas atitudes positivas da liderança e do povo:
1) Atenderam à voz da Palavra de Deus (1:12);
2) Temeram diante do Senhor (1:12);
3) Começando pela liderança e atingindo o povo,
todos foram despertados (O senhor despertou o espírito)
para se disporem para o trabalho de reconstrução
da Casa de Deus (1:14).
Irmãos,
que tal unirmos esforços, nos deixar despertar pelo Senhor
para levantarmos um Novo Templo para a exclusiva glória
de Deus?
Só assim nos livraremos dos nossos sacos furados e vidas
vazias sem satisfação.
Pelo contrário, teremos certamente alegria de nos envolvermos
em algo com significado tão elevado, que transporá
os portais da eternidade, por se tratar de um empreendimento que
levará milhares de vidas ao conhecimento do Senhor Jesus.
Baseado
em diálogo com
Pr. João Chrysóstomo de Oliveira Junior
Vice-Presidente do Conselho da IPM
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